
Meus amigos são todos assim:
Metade bobeira, metade seriedade
Não quero risos previsíveis
Nem choros piedosos
Quero amigos sérios,
Daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,
Mas lutam para que a fantasia não desapareça
Não quero amigos adultos nem chatos
Quero-os metade infância e outra metade velhice
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto
E velhos, para que nunca tenham pressa
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos,
bobos e sérios,
crianças e velhos,
nunca me esquecerei de que normalidade
É uma ilusão imbecil e estéril.
(Oscar Wilde)
Metade bobeira, metade seriedade
Não quero risos previsíveis
Nem choros piedosos
Quero amigos sérios,
Daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,
Mas lutam para que a fantasia não desapareça
Não quero amigos adultos nem chatos
Quero-os metade infância e outra metade velhice
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto
E velhos, para que nunca tenham pressa
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos,
bobos e sérios,
crianças e velhos,
nunca me esquecerei de que normalidade
É uma ilusão imbecil e estéril.
(Oscar Wilde)
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